BRASIL, Sul, CACHOEIRINHA, Mulher, de 20 a 25 anos, Livros, Música, Sexo e ...'Tum-tum-pá'!!!

 


 
 01/01/2005 a 15/01/2005  16/12/2004 a 31/12/2004  01/12/2004 a 15/12/2004  16/11/2004 a 30/11/2004  01/11/2004 a 15/11/2004  16/10/2004 a 31/10/2004  01/10/2004 a 15/10/2004  16/09/2004 a 30/09/2004  01/09/2004 a 15/09/2004  16/08/2004 a 31/08/2004  01/08/2004 a 15/08/2004  16/07/2004 a 31/07/2004  01/07/2004 a 15/07/2004  16/06/2004 a 30/06/2004  01/06/2004 a 15/06/2004


 Minhas Fotos
 Maizzz Ahhh
 Blog do ZÉ WAS HERE
 Blog do Arthur
 Blog do Sandro
 Blog do Grei
 Blog do Otto
 Blog do Nando
 Blog da Kyra
 Blog do Paulo
 Blog da Gabi
 Blog do Vinny
 Blog da Maitê
 Blog do Jero
 Blog da She Say
 Blog do Lucas
 Blog do Tiago
 Blog do Rodrigo
 Blog da Dizinhah
 Blog da Thiele
 Blog do Marcelo
 Blog da Aninha
 Blog do Miro
 Blog do Istipioqui
 Blog do Elfo Nômade
 Fotolog do Peza
 Fotolog do Will
 Anticorpos
 Sala Vip
 Tópaz
 HugS



 Vote agora!


 
Visitante número:
  Sexy Pink




Relação custo benefício. Vida útil. Tempo de espera. Conceitos sempre presentes, apesar de constantemente em mutação. E foi isso que aconteceu. Acabou. Não sou mais a guria que criou esse blog. Ele serviu como veículo de divulgação das minhas sandices e como forma de mostrar um pouco daquilo eu tinha a oferecer. Mas chega. Não tenho mais a visão de mundo do início dessa vida virtual. Não concordo mais com muitas das minhas opiniões, e já mudei, muito, meus objetivos. Sendo assim, nesse momento eu enterro, com todos os louvores que se possa ter direito, esse blog. Quem sabe, logo providencio um novo espaço, com novas idéias, com novos propósitos. Com aquilo que eu sou agora. Valeu por passarem por aqui...

Eu não aturo mais esse burro cor-de-rosa, sentado na lua... Mas ainda tenho um espaço pra mim nesse mundo...


Escrito por Paula às 12h05
[]



olhadas inocentes e despretenciosas
fizeram descobrir acordes
e conhecer os tons
apesar das lembranças antigas
somente o futuro permaneceu


(Eu e meu irmão, escolhendo guitas e violões pra ele na Multisom)



Escrito por Paula às 17h05
[]



DO QUE AS MENINAS GOSTAM?! 

Carinho no rosto: porque nem só de apertos e apalpadas vive uma guria. Sentir a mão do moço passando, devagar e delicadamente, no rosto. É que esse simples gesto passa uma sensação de segurança. Como se carinho no rosto fosse reservado só pras meninas que realmente importam... Aos “cafas”, serve pra criar uma bela ilusão na presa.

Palavras fofas no ouvido: seguem a mesma lógica do tópico anterior. Sem contar que causam uma cosquinha muito bem vinda, exatamente por não ser esse o objetivo. Palavras fofas, ditas com voz bem baixinha, são capazes não só de derreter, mas de esquentar muita coisa... Preferencialmente as palavras devem ser sinceras, e as mais picantes, por favor, reservadas pra depois do processo ser “estartado”.

Pegadas de jeito: romantismo e sensibilidade?! Sim. Mas um “tranco” bem dado sabe ter seu valor. Tá, não é pra sair pegando e jogando na parede... Apenas ter a consciência de que depois de muitas beijocas e carinhos, uma boa pegada na cintura vem a calhar. Agarrar firme, com as duas mãos e trazer a guria pré muito perto de você. Encerre o ato com um beijo daqueles bem sem-vergonhas.

Lembrancinhas inusitadas: não é pra sair dando presente e achando que vai gastar todo o salário com isso. Mas ter a presença de espírito de, vez por outra, sem motivo aparente, entregar um mimo. Mas não é qualquer mimo, ter que ser algo que a menina vá gostar. Não precisa ter serventia pra nada, só tem que ser fofinho. Bichos de pelúcia, chocolates (Só se ela não estiver de regime), enfeitinhos pro quarto... Se tiver um cartão, mesmo que só mandando um beijinho, já aumenta o valor e o poder do regalo. E mais, abrem ainda mais a porta.

Dormir abraçadas: é, pode ser meio penoso, mas é uma verdade. E das grandes. Não precisa engatar na guria a noite toda. Mas, pelo menos enquanto ela ainda está ressonando. Depois você se desvencilha e dorme livre, leve, solto e fresco. (Não sei como meninos tem tanto calor. Até na hora de dormir.) Caso resolva pelo aparte, saiba que ele é temporário, assim que ela acordar, você terá que voltar a enlaça-la.

Cavalheirismo: abrir a porta do carro, carregar as sacolas, pegar coisas em lugares altos, ajudar nas tarefas de casa, e nem sempre querer dividir a conta. Não é pra bancar a guria e pensar que vai se tornar um escravo. Apenas tenha o hábito da gentileza. Nem suprimida nem exagerada. Educação polimento sempre melhoram a imagem. Por sinal, alguém já viu algum “pegador” estúpido?! (Espero que não.)

Clima de sedução: e olha que não é difícil. Jantar a dois, passeio sob as estrelas, rosas vermelhas e morangos com chantilly. Cai pedaço?! Que nada, só caem as roupas. Na verdade, voam dos corpos pro chão. Não há melhor afrodisíaco do que a sensação de estar sendo o centro das atenções do parceiro.

Propostas Indecentes: não precisam envolver grana, como no filme. E nem por isso a situação fica difícil. Experimente sugerir uma escapadela no meio da festa pra você-sabe-o-quê, um beijo de cinema dentro do elevador lotado, banho com bolhas, aquelas brincadeirinhas com baralhos eróticos, testar a eficiência do Kama Sutra. Use a imaginação. Não está escrito em lugar nenhum que a quebra da rotina é tarefa das meninas.

Educação, Sinceridade e Consideração: não precisa fazer juras, prometer mundos e fundos, declarar amor eterno. Se você só quer uma noite de sexo selvagem ou uma transa garantida, seja transparente. Deixe suas intenções explícitas. Evite, assim, constrangimentos futuros, mal entendidos, discussões sem sentido, repulsa, traumas, decepção, e uma guria tresloucada e internada porque você não foi claro em suas investidas.



Escrito por Paula às 12h54
[]



Parecia algodão-doce.
E quando eu menos esperava,
uma boboleta cruzou meu caminho.


Simples. Mas eu gostei tanto disso...



Escrito por Paula às 15h06
[]



Porque nem só de praia é feita a Virada...

... Porque ficar na “cidade” também tem suas vantagens. Porque há  calma e uma tranqüilidade pairando no ar. Porque se ouvem os sons da madrugada. Porque a sós não precisamos de  convenções. Porque podemos dizer todas bobagens e fazer todas as perguntas sem receio. Porque o figurino é secundário. Porque podemos dormir cedo e passar a madrugadas acordados. Porque a meia-noite que conta não é a do relógio. Porque vemos que os fogos servem apenas de enfeite. Porque os significados da vida diária parecem mais presentes. Porque as casas estão vazias, mas cheias de planos. Porque podemos rir alto e falar baixinho no ouvido. Porque a festa pode durar até domingo. Porque não se brinda apenas uma vez. Porque podemos esquecer do telefone e lembrar das pessoas. Porque revisitamos histórias e descobrimos novas lições. Porque pensamos bobagens e fazemos o que é certo. Porque prevalece a vontade. Porque importa é estar com quem se ama. Porque ano novo é apenas meia noite e um... E eu estava muito feliz.

E só quero que meu ano seja como foram esses dias...



Escrito por Paula às 11h36
[]



Não. Não é o último dia do ano. Mas é meu último dia em frente a um computador esse ano. Então, chega de enrolação e vamos ao (idiota) Balanço de Encerramento.

Foram: 6 aprovações no Curso Técnico de Informática, 1 desistência no mesmo curso, 1 gincana, 3 tarefas resolvidas, 1 poupança, 3 cunhados, 1 cunhada, 3 paixões, 2 desilusões amorosas, 1 decepção absoluta, 12 noites de choradeira, 2 mal entendidos resolvidos, 2 tentativas frustradas de entretenimento sentimental, 1 plano de fuga, 26 novas amizades, 2 álbuns de fotos, 4 shows de artistas famosos, 3 blogs, 5 viagens com os amigos, 2 diários, 2 agendas, 8 livros lidos até o fim, 10 novos sons descobertos, 4 contatos re-estabelecidos, 1 festa de arromba, 2 noites insanas, 1 celular novo, 5 casas noturnas diferentes/novas visitadas, 2 teorias absurdas e incompreensíveis, 1 sobrinho, 8 bandas “amigas”, 1 namorado, 1 amor...

Não contei os prós e contras. Mas o saldo é positivo. Porque, mesmo com depreciações e amortizações, e um passivo que gerasse déficit tributário, os planos para ampliação das organizações são animadores. Inspiram estratégias agressivas e inovadoras.

Ano Novo é apenas começar mais um novo dia...


Dica para os momentos de comemoração: perca os modos, os critérios, os parâmetros e a vergonha. Só, por favor, não perca o estilo e o bom gosto...



Escrito por Paula às 12h38
[]



Naturalmente com sono. Só quero sombra e água fresca. Aquela velha máxima, que agora parece ser a única que faz sentido. Símbolos. Como diria Pessoa, estou farta deles. Que povoam sonhos e delírios. Eu os leio e os venero. Não por prazer, mas por curiosidade. Uma obscura curiosidade. Mesmo assim, o namorado não precisa mais voltar pra costureira. Ela está ocupada demais, tramando vestes de Ano Novo. Surrealismo barato esse. Linhas desconexas e sufocadas pelos raios impiedosos. A carne ferve de calor e anseia por brisas geladas vindas dos Pirineus. Interesses mórbidos de personagens esquecidos. A incompreensão e a vingança  pairam sobre os tetos. Submissos e cegos se convergem ao primeiro lamento e o transformam em salvação. Falsa. Um êxtase pueril que se esvai em lágrimas rotineiras. Vidas pós-modernas e sentimentos medievais. Porque os desejos não mudam. Somente a forma de escrevê-los.

Amanhã, tradicional Balanço de Encerramento.



Escrito por Paula às 13h11
[]



Tem uma música que, sempre que ouço, me deixa num clima nostálgico. “Time Of Your Life – Green Day”. Não, não é nenhum acorde mágico, nenhum solo inesquecível. Só a lembrança dos tempos em que assistir MTV e ouvir Punk Rock era o que eu tinha como ápice da rebeldia adolescente. A tal música me faz lembrar de experiências há tanto vividas. Detalhes pequenos, ainda presentes em mim. Itens de um perfil  ultrapassado, mas que é responsável pelo que sou hoje. Pelo que tenho hoje. Às vezes parece que meu gosto musical parou no tempo. Que os novos clássicos surgem e eu prefiro o que parece ultrapassado. Peça de museu. Talvez eu prefira apenas manter presente a aura daquela que se perdeu num beijo roubado...

Muito pessoal... Só saudade.



Escrito por Paula às 12h47
[]



Como mencionado, segue:

Daí que passou o Natal. E com ele toda aquela correria de última hora. Teve todo aquele protocolo de eventos familiares, de assuntos batidos e piadas velhas. Claro, os brindes e teores alcoólicos altos também estavam lá. Só quem não apareceu, pelo menos pra mim, foi o tal de Espírito Natalino. Talvez por ele ser espiritual demais e eu carnal ao extremo. Mas a questão é que o dia de Natal foi comum. Como se fosse um domingo qualquer. Nada daquela história de compreensão e harmonia. As invocações estavam lá, pelos mesmos motivos e com as mesmas pessoas. Apenas um pouco disfarçadas pela euforia dos presentes. Porque presente é bom sim. De dar e de receber. Que papo de espiritualidade o quê. Foi um incrédulo nos últimos 364 dias e agora resolve bancar o apóstolo. Piada. Espiritualidade tem que ser o tempo todo (E isso é outro papo.) , pra deixar o clima de roupa nova e bugigangas tomar conta do final de ano. E, com essa idéia em riste, meu Natal, foi sim, muito farto e rentável. Pulularam presentes de todos os tipos, cores e estilos. Sem contar a economia que isso gera na hora de pensar no traje da Virada do Ano. Materialista, quem sabe?! Mas o melhor presente serve apenas pra enfeitar meu quarto e lembrar que bom mesmo foi o que ganhei meses atrás...


(Porque de pelúcia ela é bem mais fofa!)



Escrito por Paula às 10h25
[]



Em breve, um post novo por aqui...



Escrito por Paula às 09h54
[]



Batzá!

Ó eu de novo... A Paula não trabalha hoje e me pediu pra postar algo "FOFO" aqui. Bem, nem sei como definir fofo, mas acredito que estes versos resolvam. Desejamos à todos vocês um FELIZ NATAL!

Queria ter te conhecido antes,
muito antes...
Para que nenhum de nós dois tivesse
medos ou cicatrizes.

Queria ter estado contigo,
quando teu coração descobriu
o que era AMOR.
Quando teu corpo descobriu
o que era DESEJO.

E antes que pudesse sofrer,
eu estaria do teu lado,
te amando,
entregando-me,
e juntos poderíamos ter aprendido,
as lições da vida e do coração...

Queria ter te conhecido muito antes...
Quando tuas esperanças
começaram a nascer,
quando teus sonhos ainda eram puros,
e teus ideais ainda ingênuos...
Pena termos nos encontrado só agora,
já com o coração viciado
em outros amores,
com uma imagem meio falsa,
do que é felicidade,
do que é entregar-se...

Queria ter te encontrado antes,
muito antes...
Numa nova vida,
num outro tempo,
em que não precisássemos
temer o nosso futuro,
nem nossos sentimentos...



Escrito por Paula às 09h07
[]



Sem tempo pra postar.
Sem presentes de Natal.
Sem perspectiva de ficar milionária.

Mas ainda aceito comentários.
Feliz Natal!



Escrito por Paula às 13h48
[]



Dia abafado. Nem sei porquê não liguei o ar.Provavelmente preguiça de ir até lá. Em último caso, medo da abstinência do acesso ao mundinho virtual por alguns segundos. No fim, às vezes vem um arzinho fresco lá da porta. O post de hoje, que era pra ser o de ontem, foi adiado pra amanhã. É preciso mais do que meros minutinhos pra se discorrer sobre a Crise de Personalidade, e a influência da gastronomia sobre esse distúrbio. Na verdade é preciso muita bobeira e muito sono. Então, me limito a dizer que, com as férias de uma colega, eu voltei a bater perna Porto Alegre à fora. E querem saber? A cidade está cheia de gente feia e burra. Quase beiram a estupidez. Quando não estão atolados nela até o pescoço. Mas como isso me irrita, mudemos de ângulo. Minha volta à rotina de diversas conduções por turno tem me feito colocar a leitura em dia. Acho que uma média de cem páginas diárias. Entre linhas rápidas, táxis, lotações e filas de repartição pública, tenho aprendido um pouco mais sobre os Mistérios da Antiguidade e a História da Arte. Nada como um pouco de cultura pra elevar os ânimos. Pra completar o contexto, compras de Natal atrasadas, bem atrasadas. E claro, a tradicional falta de grana. Estou, inclusive, pensando em decretar minha Auto-Falência. Preciso descobrir algumas coisinhas sobre adaptadores-de-entrada-pra aparelhos-de-DVD, e pesquisar o preço do presente que, espero, vá ganhar da minha mãe. Neste exato momento tem um site, de um banco podre, que não tem jeito de abrir o link pros downloads. Odeio coisa pública, só serve pra atravancar a economia do país. Que por sinal, eu nem sei como anda de fato. Há dias não olho direito pra um jornal. Em compensação, tenho visto boa parte dos capítulos da novela das oito. Só pra contrastar com a cultura erudita do horário comercial. Mais alguma coisa a relatar? Acho que não. Nem sei pra que escrevi tudo isso. Mais uma tentativa besta de não deixar o blog sem atualização. Qualquer hora não agüento a pressão e explodo. Bum!



Escrito por Paula às 14h06
[]



De onde viemos?!?!

Porque todos vêm de algum lugar, mesmo que às vezes pareçam brotar da terra ou cair do céu. Os meus amigos foram assim...

Ana: entrou na Van, que fazia o transporte de alunos da PUC, np primeiro dia de aula, dizendo que tinha brigado com um professor. Deu ar de mau humorada e pretensiosa demais pro tamanho. Depois de um semestre inteiro chacoalhando no último banco, nos tornamos grandes amigas. É a irmã mais velha.

Arthur: veio no pacote da Ana. Conheci num show que a banda dele fez no Dia Seguinte. Mas até conversarmos decentemente, demorou um tempo. Às vezes ficamos um tempo sem contato, mas é só prenúncio de um encontro numa festinha por aí.

Bruce: é o cara que invadia a sala de aula no final das aulas de Banco de Dados. Professor e amigo do Gandin. Atualmente é meu professor. Pra justificar o fato de Cachoerinha ser um ** de mundo, é amigo do Zé, do Grei, do Sandro e do Nando.

Di: do nada apareceu um comentário dessa figura no meu blog. Até hoje não sei por qual blog ela me achou. Pessoalmente, é uma guria muito legal.  No momento não lembro exatamente onde nos vimos pela primeira vez... Ops!

Gabi: chegou com uma galera na casa de praia do meu primo, onde já tinha uma outra galera. Já conhecia a Ana. O estrago se fez no Carnaval daquele ano, quando mais duas galeras se encontraram no Morro do Conventos e nós estávamos nelas. É a irmã mais nova.

Gandin: é o tipo que entrava na sala, atrasadérrimo, dizendo “Senhoras, senhores, senhoritas... Indecisos”. Ótimo professor e péssimo contador de piadas. Atualmente, amigo e parceiro de festas.

Gisele: uma vez, a vi passando numa festa com uns amigos em comum. Mas falei mesmo com a guria quando fui num churrasco na casa dela. Troxe no pacote o Carlos que, acabei sabendo depois, é meu vizinho.

Grei:estava no palco, na beira da praia, bancando o rodie pra banda de uns amigos. E mais, tirando onda com a cara da Gabi. Conversamos mesmo no aniversário da Joana, irmã do Jero. Faz tempo que não nos vemos, mas quando eu menos espero, ele aparece.

Igor:é o carinha que sempre chegava atrasado na aula de hardware. Mas chegava sempre engravatado. Aí eu lembrei que ele dançava na invernada do CTG que eu freqüentava. Daí pro papo rolar, fui um pulinho. Agora a gente vive tentando combinar uma festinha, mas os horários nunca fecham.

Jero: fiquei sabendo que ele era um dos cabeludos, que se encostavam numa parede qualquer, durante o recreio nos idos tempos de segundo grau. Jogamos sinuca no show da banda dele no Dia Seguinte. O papo fluiu tanto, que hoje é namorado da Gabi. Indiretamente, cunhado.

Nando: mais um do show do Dia Seguinte. Lembro dele tocando e depois dando tchau, quase de manhã. Aí um dia apareceu no apartamento da Gabi junto com o Jero. Também some às vezes, mas é legal quando ele volta e colocamos o assunto em dia. Uma vez ele até comentava nos blogs.

Ramon: estava com o Sandro na 79, completamente doido. Tempos depois, a Ana e eu aparecemos na casa dele, quase madrugada, pra comer um xis. Adoro conversar e dizer sandices com ele. Espero que o meu lugar cativo na cama ainda esteja lá. (Sem pensamentos dúbios.)

Rodriguinho: estava encostado na grade que separava o público do palco, no final do show do Los Hermanos, no Araújo. Mas só fui dar “oi” meses depois no churras na casa da Gisele. É quieto, mas quando resolve falar, se torna um cara muito, muito querido.

Rose: sem data exata. Trabalha no Consultório que fica na sala ao lado do meu Escritório. Há muito tempo. Já passamos por algumas variações juntas.

Sabão: comentava no blog de todo mundo, menos no meu. Eu só sabia que era o cara do “Toca Raul!”, que sentou atrás de mim no Show de Talentos da PUC. Mais um que foi acrescido no churras da Gisele. (Foi o responsável pelo carvão.)

Sandro: o último do show do Dia Seguinte. Lembro dele cantando “Sentimental”, que na época eu nem imaginava o que era. Mas marcante mesmo, foi a andada no elefantinho da farmácia da hora de irmos embora. Agora ele é o namorado da Ana, e no fim, mais um cunhado.

Tiago: comentava no blog. Apareceu numa festa do El Pico com o Vinny. Depois me convidou pra voltar lá com eles e se fez o estrago. Grande amigo e um dos responsáveis pela minha injeção de ânimo naquela época.

Vinny: caso complicado. Pode ser o cara do supermercado, definitivamente metido na conversa alheia. Mas também pode ser o cara legal do MSN. Embora eu prefira o mal intencionado do Arca. Ou do El Pico. Como todo sem graça, conhece todo esse povo aí pra cima, o último integrante da lista, e mais um anexos. Inesperadamente, ou não, é meu namorado. Em última instância, cunhado da Ana, da Gabi e do Luiz. (Por precaução, sem maiores descrições.)

: dizem que estava no show do Dia Seguinte, mas eu não lembro. Começamos a nos falar por comentários em blogs. O papo derradeiro se deu numa noite de compra (de muita bebida) no Big. A noite acabou em DVD do Jethro Tull e muita filosofia de qualidade.

(Foram citados apenas os mais presentes, por que sim, a lista seria maior.)
(Valeu Gandin, pela sugestão!)



Escrito por Paula às 10h26
[]



A Tara

Há tempos venho notado uma certa freqüência. Um gosto em comum. Uma preferência feminina clássica. Ítem de série indispensável. Alvo de fantasias e fonte de inspiração. A boca.

Porque é nela, e com ela, que tudo começa. Pelo menos a ação propriamente dita. E é lá o ponto final. Porque é pra ela que se olha e o pensamento se enche de idéias que beiram a devassidão.

Uma boca bem desenhada, quase um coraçãozinho, rosada, molhada. Basicamente um convite, uma provocação explícita. Mesmo que inconsciente. Ainda que impensada. Simplesmente inevitável.

E pensar que a entrada do tubo digestivo poderia causar tanto estrago. Capaz até de acabar com relacionamentos, de levar homens e mulheres ao delírio. Responsável por cantadas baratas, tiradas sacanas e investidas desavergonhadas.

Só não concorda quem nunca foi atraído, seduzido por uma boca carnuda. Quem nunca soube o que é estar  perto, sob a mira de uns lábios molhados, que exigem sua presença sobre eles. Que parecem ordenar o toque abusado dos seus dedos. A exploração inquieta da sua língua.

Sim, porque apesar de comum, é pra poucos. Porque bocas provocativas não andam por aí, perambulando em qualquer esquina. (Sem nenhuma referência de duplo sentido.) E mais, as que cruzarem seu caminho, provavelmente já estão sendo usadas. O que não invalida uma ou outra investida. Ela pode se revelar uma boca pública, por assim dizer. Em casos de extrema curiosidade, vale a tentativa.

No mais, aos que possuem uma dessas delícias, cuide bem dela. (Mesmo que ela não esteja localizada exatamente no seu rosto.) Dedique e reserve os melhores elogios, os mais delicados carinhos. Encha-a incansavelmente de beijos, porque é disso que ela gosta. De ser beijada. Idolatrada. Venerada.

Exitar diante de uma coisa dessas pode causar distúrbios mentais. Pode tornar-se crônico. Herança genética.

Opinião particular?! Quem sabe, quese virou tara.



Escrito por Paula às 11h49
[]